domingo, 17 de junho de 2012

Carolina Dieckmann é mais uma que adora fotografar-se sem roupa.

 
Carolina Dieckmann é mais uma que adora fotografar-se sem roupa. Mas a atriz brasileira vai mais longe e tira fotografias sentadinha no vaso, com a calcinha para baixo, vestida de mulher maravilha ou enquanto toma banho de emersão. As fotos da Carolina Dieckmann divulgadas na internet depois de um espertalhão as ter conseguido sacar do computador pessoal da atriz colocam o normal nu a um canto. Na escala da originalidade, esta brasileira sabe-a toda. A própria Scarlett Johansson deve estar com um ataque de ciúmes por não se ter lembrado daquele enquadramento só da pernoca à mostra, com o bunda virada para a camera. Eu sei que estou. E isto abre toda uma nova gama de possibilidades: fotos no bidé, sentada no lava-loiças da cozinha, vestida de catwoman, pendurada no candeeiro em fio dental ou a fazer o pino de mama ao léu à janela da sala. Mas quem se deve ter passado mesmo a sério são os tipos da Playboy que gastaram um dinheirão para pagar a uma tipa que nem sequer mostrou a mamoca e que deve ter dado imenso trabalho no fotoshop, para endireitar os olhos e esconder a gordura daquelas coxas king size. E agora, completamente grátis, estão por aí imagens bem mais interessantes. É que até acabada de acordar, com o cabelo no ar, a Carolina Dieckmann é mais gira do que a vesga da Rita Pereira. A Internet permite usufruir do melhor, sem termos de pagar por isso, o que é maravilhoso. Permite também invasão de privacidade e o não pagamento dos direitos de autor, mas não há mundo perfeitos. Eu vivo sempre na esperança que um dia a Merkel também entregue o seu computador nas mãos de uma empresa qualquer de informática e tenhamos acesso público aos atos íntimos que cometeu com o Sarkozi ou à forma como qual dominatrix fala em privado com aqueles ciganos dos gregos ou ao seu extrato bancário ou, melhor ainda, ao vídeo de uma orgia com dois homens de raça negra e pénis que nunca mais acabam ou, melhor ainda, sentadinha na sanita, com tanguinha cor de rosa. Afinal, a esperança é a última a morrer.

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