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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

7 segredos para ele correr atrás de você!



1. Enxergar o seu valor
Se você não se gosta, acaba adotando comportamentos que corroboram sua crença de inferioridade. Veste-se com roupas que escondem o corpo e nem liga de usar óculos de grau sem estilo. Acreditar, ao contrário, que suas qualidades físicas e intelectuais são competitivas é extremamente sedutor. Já ouviu falar do efeito Sarah Jessica Parker? A atriz não era considerada bonita pelos produtores de tevê. Mas sua autoconfiança acabou revertendo o jogo.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 10

2. Não priorizá-lo
Ou seja, não se trata do look todo, apenas de um sapato que incrementa o visual. Crueldade? Nada! Isso significa que você não vive para satisfazer os desejos dele 24 horas por dia. Ter outras prioridades, outros meios de se divertir e não abrir mão de nada disso para se isolar com o amado transmite a seguinte mensagem: pessoa equilibrada, que tem família, amigos, trabalho e preza que todas essas áreas coexistam. Os homens se sentem atraídos pela felicidade que emana de você. Eles querem mais: desejam fazer parte dela.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 7

3. Fazer sexo com prazer
Carências afetivas podem ter razões mais profundas do que imagina sua vã filosofia. E merecem ser tratadas num bom terapeuta. O que não pode acontecer é o sexo se tornar seu novo escarpim preto - um artifício para elevar sua autoestima. O sentimento de estar acolhida e segura precisa existir em um relacionamento desde quando vocês ainda estão de roupa. Caso contrário, você transa para ter atenção e ele acha que, transando, não precisa lhe dar atenção. Para a ala masculina não existe nada mais excitante do que ver a parceira ter um orgasmo. Por isso, os homens valorizam muito mais aquela que é verdadeira consigo mesma e que realmente gosta da coisa.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 9

4. Ser realizada no trabalho
Valorize seu trabalho, tenha bons amigos, dedique-se àquilo de que gosta... Em outras palavras: sinta-se satisfeita com a vida que leva - seu querido esteja nela ou não. É claro que viver um grande amor sempre ajuda, mas não o torne centro do seu universo. A partir daí, o gato ficará muito mais atento em agradá-la, já que corre o risco de cair fora dos seus planos.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 10

5. Evite bancar a Mulher Maravilha
As desesperadas por atrair admiração cometem o erro de querer mostrar que são capazes de fazer o supermercado, passar no cabeleireiro, receber uma promoção no trabalho e ainda achar brecha para buscar o affair do outro lado da cidade para jantarem juntos. Depois de certo tempo, a brincadeira acaba virando obrigação. O momento de delinear os limites é logo no início. Tenha certeza: ele não achará que você é pouco esforçada - a não ser que seja um explorador.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 7

6. Parar de reclamar
Uma mulher boazinha precisando de atenção age da mesma maneira que uma criança birrenta. Reclamar de todas as atitudes que seu homem deixa de ter apenas faz com que ele não veja legitimidade quando a bronca é realmente merecida. É claro que, se determinado comportamento fere de fato seus sentimentos, botar a boca no trombone é a atitude. Mas até para isso é preciso tática. Uma conversa sem rodeios, em tom de voz firme, costuma funcionar. Cenas de drama, não. Toda vez que você recorre a elas, o cérebro do cidadão se desliga do assunto principal para pensar numa forma de escapar de um possível barraco.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 8

7. Não se reprima
Se você está sempre baixando a guarda, a mensagem que passa é: "O que importa é o bem-estar dele". Uma mulher suscetível assim não representa nenhum tipo de desafio. Já se, ao contrário, você desenvolve interesses próprios e tem experiências para trocar, torna-se muito interessante.

ÍNDICE DE EFICÁCIA: 8

Conselho de expert
NOVA entrevistou a autora best-seller Sherry Argov:

Se cedemos demais, o homem pula fora. Se somos difíceis, ele também desaparece. O que devemos fazer?
Os homens querem uma parceira que se importe com eles, mas que não pareça se importar - muito. Quando o seu mundo se resume ao seu relacionamento, você deixa de ser independente, divertida, excitante, tudo o que os homens adoram.

E qual é a medida?
Trata-se de doar uma parte de si - mas não você por completo. Isso significa que ele não deve ser sua única fonte de felicidade - como uma droga que substitui sua comida, sua água, sua energia... Uma mulher cuja vida gira em torno do parceiro é muito sufocante.

Como você descreveria a mulher boazinha e a mulher poderosa?
A boazinha é aquela que acredita que seu próprio valor vem de um homem. Por causa disso, tenta ser boa de cama, boa cozinheira, boa namorada... É como se estivesse participando de uma seleção de emprego. A poderosa se preocupa com sua felicidade em primeiro lugar.

Quando nos tornamos uma mulher capacho
Ela está sempre um passo à frente, cuidando para que tudo esteja perfeito para o homem que ama. Vive de migalhas. Essa é a mulher boazinha, que, por medo da rejeição, adota um comportamento extremamente permissivo. "Alguém incapaz de dizer não, no entanto, está sempre sujeito a sofrer abusos", afirma a psicóloga Lana Harari, de São Paulo. As concessões feitas já no início da relação podem levar a um descompasso de expectativas mais para a frente. É em que acredita a terapeuta de casais Margareth dos Reis, do Instituto H. Ellis, em São Paulo. O antídoto é um só: ser honesta consigo mesma em vez de tentar encarnar um personagem programado para surpreender o rapaz. Então quer dizer que nunca mais poderá fazer um agrado ao seu amor? Não é bem por aí. A mulher poderosa também sabe dar carinho. A diferença é que não usa esse tipo de atitude como moeda de troca.

Por que os homens traem?



A LÓGICA DA TRAIÇÃO

Desde 1998 a antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro Mirian Goldenberg entrevista homens e mulheres para uma pesquisa ampla sobre infidelidade. Já foram ouvidas 1 279 pessoas e 60% dos homens confessaram-se adúlteros (e sabe-se lá quantos não tiveram coragem de contar à professora).

Todas as desculpas, das mais nobres às mais esfarrapadas, são invocadas para explicar esse alto índice. Alguns estudiosos culpam a testosterona, o hormônio masculino da agressividade (e da conquista). Outros afirmam que o sexo com diversas parceiras contribui para a perpetuação da espécie de qualquer ser vivo, e não apenas do homem, motivo pelo qual a monogamia é rara e até antinatural.

"Existem muitas razões para a infidelidade e todas passam pela necessidade de provar algo a si mesmo", acredita Oswaldo M. Rodrigues Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade. "Alguns homens aprenderam que, para se sentirem machos, precisam trair." Para o psicanalista carioca Olivan Liger, ainda há resquícios de patriarcalismo nas relações - que resistem apesar de todas as conquistas femininas. "O compromisso do homem continua sendo com a capacidade de prover, não com o sexo. Há uma demanda quantitativa por conquistas sexuais."

Para os homens que ouvimos nesta reportagem, toda essa teoria tem outros nomes: tesão, novidade, mulher que não se cuida (sim, pasme!), instinto de caçador. Alguns, porém, seguram a onda, resistindo bravamente à traição.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cientistas desenvolvem pílula contraceptiva masculina



Cientistas podem ter encontrado uma nova forma de contraceptivo masculino, efetiva e reversiva – e que não é a camisinha.

A nova técnica baseia-se num composto recentemente descoberto que é capaz de atravessar o limite dos vasos sanguíneos e dos testículos. O produto químico é um inibidor que tem como alvo uma proteína ligada ao desenvolvimento do esperma.

Na fase de testes realizada com ratos, os espermatozóides foram produzidos em uma quantidade bem menor e os produzidos eram nadadores bem mais lentos.

Um dos grandes benefícios da técnica é que o componente não modifica os níveis de testosterona ou qualquer diminuição do desejo sexual. Outra vantagem é que não foram identificados efeitos colaterais.

Até agora os testes só foram realizados em ratos, mas os cientistas estão otimistas devido às similaridades das estruturas humanas com a da espécie testada. 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Solidão a dois

A cena repete-se aos olhos de quem a queira ver. Se entrarmos num restaurante, qualquer restaurante em qualquer lugar, lá estão eles: um casal sentado um em frente do outro, em completo silêncio.
“E muitas vezes são casais jovens”, nota o psicólogo Carlos Rodrigues. “Eu mesmo já assisti várias vezes a essa situação de vários casais que simplesmente não falavam um com o outro, e lembro-me ainda desta cena: um casal vinha com uma amiga, e então quem falava era a mulher com a amiga, e o marido estava ali quase a fazer de pau de cabeleira…”
Ou então, a mulher (geralmente é a mulher, não se sabe porquê, talvez porque as palvras são a arma dos mais fracos…) desata a insultar o marido com acusações do tipo: “É sempre a mesma coisa. Não fazes nada de jeito. Nem sabes comer decentemente. Estás sempre a entornar tudo.”
E no entanto, preferimos estar com outra pessoa em vez de se estarmos sozinhas, mesmo que estar com essa pessoa implique uma solidão ainda mais penosa. “A solidão actualmente é vista como um estigma, sim”, concorda Carlos Rodriges. “Mas não há nada pior do que a pessoa estar acompanhada e sentir-se só. E hoje em dia é comum isso acontecer.”
O problema aparece quando a outra pessoa não nos preenche.“É diferente estarmos ‘ao lado de’ e estarmos ‘com’”, nota o psicólogo. “E a grande dificuldade é estar com. Nós psicólogos falamos muito da ‘contingência’, que é a correspondência à expectativa do outro. Quer dizer, nós esperamos do outro uma determinada resposta e quando esta não aparece, desinvestimos. Desistimos. E o que se passa hoje em dia na vida em comum é precisamente essa falta de contingência. Nós achamos que nos falta alguma coisa, e o outro fecha-se.”
Se pensarmos bem, um casamento é muitas veze o reflexo da nossa relação de todos os dias com todas as outras pessoas com quem não estamos casadas. “Quantas vezes nós desabafamos determinada coisa com alguém, e a outra pessoa, em vez de pegar naquilo que dissemos, corta imediatamente com um: ‘ai mas tu nem queiras saber o que me aconteceu a mim…’ ou então muda de assunto…” O que é que nós fazemos? Desligamos. E aí entra aquela sensação de que ninguém de facto nos ouve.
Tornar a vida mais fácil
Muitas vezes, uma solidão em comum é a soma de duas solidões que não se anulam necessariamente. “Aprender a estar sozinho é um processo sofisticado de amadurecimento. Hoje em dia, vemos na nossa sociedade que as pessoas recorrem a variados estratagemas para não estarem sozinhas… Há quem tenha filhos por esse motivo, por exemplo. Há pessoas que não amadureceram o suficiente para saberem estar sozinhas, e há muito pouca gente que o consegue.”
Mas fugir à solidão de pessoa única  desemboca muitas vezes na solidão a dois, principalmente no nosso mundo, numa socidade que não é a melhor para criar casamentos bem-sucedidos. “Na Bélgica, as pessoas saem do seu emprego e vão passear para os parques e bosques. Aqui em Portugal, que vida é que as pessoas têm para sair do trabalho e ir passear para o parque? Não há onde estacionar carros, não há parques e saímos do trabalho às 8...”
Sobre a mulher pesa ainda a maioria dos trabalhos caseiros: “Embora ela própria tenha essa cultura”, afirma Carlos Rodrigues. “A mulher não pode estar à espera que o homem se ofereça para trabalhar em casa. Se ele não faz, tem de ser ela a educá-lo. Mas o que acontece é que ela vai acumulando raivas e isso acaba por sair nessas tais humilhações públicas de que falámos há pouco. Ou então, num ataque de caspa… Está-se a rir? A caspa pode ser uma somatização de ansiedade. A pessoa anda a saltar de champô para champô e quando, imagine, se divorcia, diz “ai este champô é mesmo bom” e nem se lembra de associar aquilo ao divórcio… E eu falei em caspa como podia ter falado por exemplo de alergias, ou asma, tudo isso são somatizações desse silêncio que vão metendo para dentro e que depois o corpo deita cá para fora de outras maneiras.”
As dificuldades dentro da relação também resultam de dificuldades internas. “Isso acontece muitas vezes porque nós estamos a desenvolver uma estrutura pessoal psicopática.” Não se assuste, não demos todos de repente em ‘serial-killers’. Ter-se um comportamento psicopático é diferente de ter uma patologia psicopática, é o resultado de um desenvolvimento imaturo em que a pessoa reconhece o outro mas não consegue reconhecer as suas necessidades. Lembram-se daquela nossa cena quotidiana em que uma pessoa fala e a outra não responde ou não responde adequadamente? Pois aí, estamos a ser psicopatas…
É difícil dizer ‘não’
O silêncio nem sempre é visto como o ‘serial-killer’ do casamento. Pelo contrário. “Há casais que estão perfeitamente adaptados a uma estrutura do tipo, estarem a ver televisão cada um no seu quarto. Isto não quer dizer necessariamente que o casamento está mal.”
Aliás, como toda a gente sabe, não há receitas para um casamento feliz. Há quem crie o seu espaço bem delimitado do outro e seja perfeitamente capaz de conviver mantendo o seu mundo separado. Mas a partir do momento em que começamos a entrar em sofrimento, o que é que está a falhar? “Nos casais disfuncionais, o que falha é a comunicação. E isto tanto pode ser duas pessoas que não comunicam como uma pessoa que é demasiado invasiva do espaço do outro.”
Um dos primeiros sinais do casal se estar a sentir só, é só estar bem na companhia de outras pessoas. “Para se protegerem de estar sozinho um com o outro. Quando há muita necessidade de jantar com os amigos ou de ter uma amiga permanentemente lá em casa, é sinal de que a relação já não está bem.”
Daí também as humilhações públicas do outro: ‘Repare: isso é típico de alguém neurótico, que é maníaco do controle: ela está a tentar controlar a situação, até a maneira como ele se porta à mesa. É o tipo de pessoa que em casa está sempre a arranjar os objectos e a endireitar os quadros. Mas porque é que isso acontece? Porque o outro deixa que isso aconteça… E das duas uma: ou tem dificuldade para responder porque é pouco assertivo, ou simplesmente não está para isso e desinveste.”
Mas por que é que tanta gente vem exibir a sua solidão publicamente? “Muitas vezes por comodismo ou mesmo por hábito. Só porque quarta-feira é o dia de ir ao cabeleireiro ou jantar fora ou ir com os amigos… E dá tanto trabalho mudar que a própria pessoa prefere acomodar-se. Mas muitas vezes, o acomodamento nasce também de uma limitação cognitiva. Quanto mais limitados somos, mais capacidade temos em suportar as coisas de que não gostamos. O conformismo geralmente é limitado. Não é que sejam pessoas geneticamente limitadas, só que não se desenvolveram.”
Por outro lado, o fantasma do divórcio ainda afecta principalmente as mulheres. “O peso do divórcio sobre a mulher é muito maior do que sobre o homem. Para já, tem os filhos, e é difícil encontrar um companheiro que os aceite. Por outro, ainda há um estigma sobre a mulher sozinha divorciada. Tal como há sobre a mulher solteira, o que ainda hoje leva muitas raparigas a casarem com quem não gostam.”
E depois, já quase toda a gente reparou que temos cada vez mais dificuldade em dizer não. “A nossa sociedade cria pessoas muito pouco assertivas, que em vez de porem cá para fora as suas mágoas e irem resolvendo os problemas à medida que eles vão aparecendo, vão engolindo sapos. E quando caem no silêncio, já não há nada fazer.”
Quando falha o colo
Esse sentimento de solidão implica que outros sentimentos já se desvaneceram? “Relativamente ao amor, provavelmente tanto ela como ele já terão desinvestido, sim… Porque geralmente, quando existe amor de algum lado, a pessoa luta, estrebucha, faz qualquer coisa.” Por outro lado, há o medo de assumir uma separação. “Ainda hoje, diz-se muitas vezes: ‘Na minha família, nunca ninguém se separou’. Assumir a solidão é assumir o fracasso do casamento não só perante a família mas perante os próprios filhos. Há quem culpabilize os filhos: nunca me separei por causa de vocês.”
Temos de distinguir entre a culpa apenas verbalizada e a  culpa sentida. “Quando a culpa é sentida, nós fazemos qualquer coisa para resolver a situação. Ouvimos aqui muita gente dizer: ‘Ai sinto-me culpada, não devia ter feito isto’ mas no dia seguinte está  a fazer o mesmo. Para elas, falar da culpa é desculpar-se, mas enquanto não se sente a culpa, não há como resolvê-la de facto. Muitas vezes me dizem: “Pois, não devia ter feito isto…” E eu respondo: “Pois não.” O que elas esperavam era que eu dissesse: ‘Deixe estar, a culpa não foi sua, não podia ter feito nada.’ Ora isso é cristalizar aquele comportamento.”
Quando é que se deve procurar ajuda? “Sempre que já não sabemos o que fazer em determinada situação. O problema é que, geralmente, as pessoas já nos chegam demasiado tarde. E nunca estão os dois em uníssono.”
Mas será que aquele conselho básico que se ouve em todas as revistas, “têm de conversar” pode ser posto em prática quando há duas pessoas que só querem atirar a panela do esparguete à cabeça da outra? “Claro que naquela altura não funciona, até porque as pessoas estão cheias de raiva. Vários tipos de raiva: porque o outro esteve calado este tempo todo, porque o outro já não gosta de mim, etc. Até às vezes, o amor que um acha que sente pelo outro pode não passar de fantasia. Na verdade ele não ‘gosta de’, está ‘habituado a’. As pessoas dizem-me muito: ‘Eu estou lá sempre ao pé dele’. Mas está lá como? Podem estar deitados na cama ao lado um do outro de costas, ou podem estar a falar um com o outro e a fazerem festas um ao outro. O que se passa nessas relações que desabam na solidão, é que falhou o colo.”
E nessa altura não é um processo já difícil de reverter? “É se o casal achar que não vale a pena. Se se derem a esse trabalho, no espaço de duas semanas há muito que muda.”
CAIXA
Previna os sinais de perigo
- Não despreze a intuição –Resolva os problemas à medida que vão surgindo, não meta para dentro.
- Valorize – Não tome a outra pessoa como ‘garantida’, lá porque já está com ela. Pense que a pode perder a qualquer momento. Nós portugueses temos o péssimo hábito de tratar pior as pessoas da nossa família do que aquelas que acabámos de conhecer…
- Dê mimo – E dê conversa e esteja disposta a ajudar
- Partilhem interesses – Quanto mais universos se partilhar, mais tema de conversa haverá.
- Não faça tudo sozinha – E se ele acha que ‘ajudar’ é ir pôr o lixo lá fora ou passear o cão, mostre-lhe que um homem que é homem é muito capaz de pelo menos levantar a mesa e pôr os pratos da máquina de lavar…

domingo, 17 de junho de 2012

10 Maneiras de Tornar Um Homem Viciado em você

 

Ainda não encontrou o homem da sua vida? Mas vai encontrá-lo. Prometemos. Por isso reunimos um guia completo para estar preparada quando o vir.


1 - Controle as emoções negativas
"Será que devo... Será que não devo?". Ansiedade, dúvidas e outras emoções menos positivas são os primeiros obstáculos de que tem de se livrar: não as alimente.
2 - Procure a pessoa certa - Por muitas dicas que leia sobre a importância de um lindo sorriso e uma voz agradável, nada adiantará se ele não a 'perceber', se não a 'vir' (há tanta gente que olha para nós e não nos 'vê'...), se não for a pessoa certa para si. Felizmente que há toneladas de pessoas certas para nós, mesmo que sejamos únicas, por isso não desanime. Uma coisa também é certa: sem química, a física nunca será grande coisa, por isso confie na sua intuição. Outra coisa: há homens incapazes de se entregarem, por várias razões. Saiba reconhecê-los e andar para a frente, se 'encalhar' com um destes.
3 - Seja gira - A aparência conta, sim. Pronto. Que é que se há de fazer, os homens são mesmo criaturas visuais. Se está à espera de alguém que a ame pela sua beleza interior, é difícil consegui-lo sem uma ajudinha do lado de fora. Por isso, dê-lhe qualquer coisa com que sonhar: um lindo decote, um lindo sorriso, uma voz que lhe apetece ouvir mais vezes. Seja alegre, ria-se e faça-o rir. Tão básico quanto isto.
4 - Seja honesta - Não mude por causa dele: se lhe disser que adora futebol mas a última vez que pôs os pés no estádio tinha 3 anos e passou o tempo a dormir ao colo do pai, o que acontece é que ele se vai apaixonar pela pessoa que você não é, e a longo prazo a relação fica difícil de manter. Pense bem se vai querer acompanhá-lo ao Estádio da Luz... toda a sua vida! Pelo contrário: torne-se especial de alguma maneira, mostre que não é igual às outras. E não é! Só tem de descobrir como. P.S.: Convém que não seja igual às outras de alguma maneira agradável.
5 - Perceba-o - Se pensa que basta ser gira e ter um lindo sorriso, um ainda mais lindo decote e umas pernas que se vejam, engana-se. Isso até pode ser o princípio, mas não basta. Toda as mulheres já pensaram: 'ai mas por que é que estou sozinha, logo eu que sou tão gira e tão esperta e até tenho um mestrado em biofísica aplicada'. Problema: uma relação não é feita de duas pessoas isoladamente, mas de duas pessoas em contacto. "Um homem é atraído por uma mulher e quer estar com ela não por causa da suas muitas qualidades, mas por aquilo que ela lhe faz sentir quando está com ele", explica o psicólogo inglês Christian Carter. "Isto não quer dizer que um homem quer estar com uma mulher porque lhe interessa estar numa relação, ou porque acha que ela é uma pessoa cheia de qualidades, ou que é lógico que goste dela."
6 - Seja comunicativa - Então mas tenho de ser eu a fazer tudo? Pois tem: segundo Carter, a capacidade de criar relações abertas e comunicativas não é o forte da esmagadora maioria dos homens. Ora então, como fazê-lo sentir? "O primeiro mandamento para criar uma relação duradoura com um homem é aceitar o seguinte: os homens não fazem sentido", hehehehe. Ainda bem que é um psicólogo quem o diz...
7 - Crie atração - É mais complicado do que ser só aquela miúda gira com quem se tomava um copo. Os homens reagem a coisas como tensão, emoção e suspense. "É crucial aprender a prolongar a emoção e a atração dos primeiros tempos, para que eles sintam que esse desejo faz intrinsecamente parte da relação, e não acontece só nos primeiros tempos", afirma Carter. Solução: as suas emoções, o seu poder de comunicar e acima de tudo a sua capacidade de o perceber emocionalmente são as suas armas mais fortes. Use-as bem. O que não fazer: "Tentar convencer um homem a fazer qualquer coisa ou a tornar-se qualquer coisa é a maneira mais segura de passar o serão sozinha a ver reposições da Oprah." Pois.
8 - Descubra o centro emocional dele - Mude de direção: em vez de estar preocupada consigo, preocupe-se com ele, interesse-se pela vida dele e pelo que ele faz. Isto é difícil porque muitas mulheres estão carentes de afeto e atenção, situação em que se torna difícil dar aquilo que não temos.
9 - Lembre-se: é tudo mais simples do que pensa. - Nós é que podemos não estar interessadas em perceber... Como um homem não é o melhor comunicador do mundo, muitas vezes as mulheres fazem todo o trabalho sozinhas, passam a 'cassete' da relação para a frente e para trás, discutem a coisa com as amigas, tentam perceber aquilo que para elas não faz sentido. Lembrem-se: para os homens, é tudo muito mais simples. Querem alguém que os compreenda e fale a mesma língua, e não necessariamente alguém que use minissaia (embora ajude, como vimos). Lembre-se do príncipe Carlos que preferiu a mais velha e menos glamourosa Camila à Lady Di.
10 - Divirtam-se juntos - Jeffrey Berstein, autor do livro "Why can't he read my mind', sugere algumas medidas práticas: não o sufoque. Dê-lhe tempo para ter saudades suas. Experimentem coisas novas juntos. Tenham medo juntos (também não é preciso atirarem-se os dois de bungee-jumping, mas nunca subestime o poder da adrenalina), pronuncie o nome dele frequentemente (não porque ele pode esquecer-se mas porque é sexy).
Conclusão: Os homens são muitas vezes mais sensíveis a um sorriso do que a uma palavra. Pense que é gira e especial. Seja confiante mas não arrogante, misteriosa mas não fria, sedutora mas não vulgar. Parece difícil, mas não é: basicamente, seja a mulher com quem você, se fosse homem, gostaria de ter um caso. Os homens não são iguais a nós? Pois não: mas também não são tão diferentes quanto isso...


O sexo do futuro: afinal, como é que vai ser?



No outro dia uma amiga minha queixava-se que, solteira como estava, tinha um amigo absolutamente delicioso, alto, grande e tatuado, mas que, dado o fato deste ser gay, não lhe passava cartão. Histórias como estas repetem-se assiduamente na vida de muitas mulheres, que não tendo nenhum tipo de preconceito, tanto se importam se ele é hetero ou homo ou mesmo se é uma ela ou um ele, o que interessa são os calafrios que lhes percorrem a espinha quando estão na sua presença.. Essa visão já foi defendida por alguns estudiosos da antropologia e sociologia que dizem que, daqui a uns anos, o ser humano será por natureza bissexual, dado que já se deu o salto para uma sexualidade em que o que é valorizado é a pessoa e não o sexo da mesma. A mim até me faz sentido, mas sinto que ainda preciso de mais umas gerações para dar o salto e me libertar desta apetência por homens de barba rija (o que limita muito mais a escolha,diga-se de passagem). Prefiro não estar neste futuro!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

As 10 mentiras que eles mais contam

 

Algumas são incoerentes, outras nem tanto. Conclusão: não acredite em tudo o que lhe dizem.

 

Claro que nem todos os homens mentem. E nem toda as mulheres acreditam. Mas há umas petas bem clássicas. Vamos descobri-las?
1 - Não estás nada gorda!
Estava mesmo à espera desta, não é? Pois continua a mentira clássica masculina. Como atenuante, deve ressalvar-se que eles de facto não têm muito por onde escapar. Se uma mulher lhes pergunta: "Achas que esta t-shirt me faz mais gorda?" que é que queriam que o desgraçado respondesse? "Acho que sim, fofinha, que ficas tal qual a baleia do 'Libertem Willy'?" "Ficas uma lontra mas eu amo-te na mesma, sabe Deus porquê"? Hmmm....
2 - O frango está ótimo!
Mais uma na categoria das mentiras piedosas, que aliás só lhes fica bem, embora em última análise não faça nada pelo futuro do casamento. Até porque elas começam a ficar desconfiadas e depois descambam aquelas conversas quilométricas do tipo "Mas diz lá a verdade, está horrível, não está? Ficou esturrado dos lados, não ficou? Tá sem sal! E tu nem sequer gostas de frango! Ouvi-te dizer isso um dia à minha mãe! Que te dava azia! E agora dizes que está ótimo! Olha e se fizesses tu o jantar, para variar?" Alternativa masculina: ehhh... vão jantar fora.
3 - Nunca mais vi a Patrícia desde que nos separámos
Pois, se calhar não, coitado. Ou se calhar encontrou-a numa sexta feira à noite no supermercado, ele virou à esquerda a seguir aos enlatados, ela virou à direita a seguir às alfaces, e pimba. Ficaram ali um bocado no corredor a atravancar o trânsito e a falar de nada, o cão dela que tem asma e saudades dele, a filha dele que ela não conhece e que felizmente não tem nada (nem asma nem saudades) e depois separaram-se e nunca mais, e de facto ele não achou importante contar em casa, para quê, ia dizer o quê, "Olha hoje vi a Patrícia, tá mesmo gira!"... E nunca mais viu de facto, embora sonhe com ela às vezes, na hora mais escura da noite, porque enfim, um homem não controla aquilo que sonha.
4 - Não olho para mais nenhuma mulher além de ti
Todos olham. Qual é o mal. Aliás, se se ficar pelos olhos já é uma sorte.
5 - Nunca faria nada que te magoasse
Pois se calhar a intenção dele é mesmo essa, o problema é que não é coisa que se possa prometer. Às vezes magoamos os outros não porque nos apetece mas porque acontece...
6 - Vou deixar a minha mulher
É a mentira sacana clássica dos que são casados mas não pretendem fazer com que isso lhes atrapalhe a vida. 'Sim, não te vou mentir, sou casado mas a nossa relação está por um fio', 'ou 'estamos mesmo mesmo nas fases finais do divórcio', ou a versão piedosa do 'Ai sim, sou casado mas não me posso separar agora porque a Mitó está a atravessar uma fase péssima, coitada, imagina que lhe morreu a mãe e na semana seguinte morreu também o gato! Deixa passar algum tempo'. Pois, algum tempo. Tipo para aí 57 anos.
7 - O teu trabalho é tão importante como o meu
Desiluda-se: não importa que tipo de profissão tenha - enfermeira, professora, talhante ou Presidente da República - quando chegar a altura de ter de optar, o trabalho dele há-de ser sempre mais importante. Se for preciso sair mais cedo para levar o gato ao veterinário, ir às Finanças, acompanhar a mãe ao médico ou levar a criança ao hospital, quem falta é sempre a mulher.
8 - Claro que não mandei nenhuma mensagem à Joana
Nem à Ritinha. Nem à Sara. Nem à, como é que se chamava aquela por quem ele tem uma pancada que se vê à légua, mesmo que ele diga que só a admira intelectualmente (admirar intelectualmente para eles não conta, é assim mais ou menos a mesma coisa que admirar outro gajo). Aliás desde que aderiram ao Facebook, a vida ficou um inferno. Ela também lá anda, mas quem lhe dá conversa são as amigas do costume, todas a queixar-se das borbulhas da Joaninha, do livro que não conseguem encontrar e do estado da Nação. E além disso ela tem mais que fazer do que andar em conversetas. Ele é que tem 2456 amiguinhos (e nem quer pensar quais destes são amiguinhas), ele é que fica nos chats até à 1 da manhã com a desculpa que está a trabalhar num projeto, ele é que amigou todas as suas conhecidas de vários planetas, feias, bonitas e intelectuais, ele é que dá conversa a tudo quanto tecle. Pois se calhar é tudo inocente. Se calhar não quer dizer nada. Se calhar.
9 - Adoro comédias românticas
Pronto, sim, há quem adore. Há quem fique a ver telenovelas com a maior das dedicações e não se vá deitar sem saber se a Maria afinal sempre vai dizer à Carolina que está apaixonada pelo Vasco. Mas a maioria vai ver histórias de amor... bem, por amor, mesmo. A maioria preferia mil vezes uma história de amor entre um camião disparado pela autoestrada em chamas até chocar com uma retroescavadora em transe, abalroando pelo caminho cinquenta Mercedes, vinte camiões Tir, duas bicicletas e um gato. Assim uma coisa em grande.
10 - Não me importo nada que tragas a tua mãe
Pois não, que ideia... Uma senhora tão agradável, que passa o almoço a protestar que as almôndegas estão sem sal, o arroz mal cozido, a sangria pouco doce e o leite creme muito queimado. Nem me importo nada que queiras passar o Domingo com ela e não comigo, e que aches que tens mais responsabilidades para com ela do que para mim, e que digas que ela continua a ser a pessoa mais importante da tua vida...




sábado, 2 de junho de 2012

Tipos de ciumentos .


O ciúme nunca deixa de estar na moda. Está nas novelas, nos filmes de Hollywood, nas relações amorosas, é tema de livros e de debates calorosos. As pessoas defendem que deve haver limites para os ciúmes no relacionamento. Como dizia a música da banda Ultraje a Rigor, todo mundo quer levar uma vida moderninha, mas, no fundo, se morde de ciúme. Dá para saber quando o ciúme vai ser o veneno da relação?
"A partir do momento em que a pessoa sente-se ameaçada pelo sentimento de desconforto, necessidade de vingança, ódio, raiva ou depressão, o ciúme vira doença”, explica a psicanalista Taty Ades, autora dos livros “Hades – Os homens que amavam demais” e “Escravas de Eros – Como reerguer sua autoestima”, ambos da Editora Isis. Há, sim, um limite para este sentimento.
Um ciúme saudável pode até revigorar um relacionamento, mas o limite está na intensidade. Este deve ser o termômetro: "O excesso de ciúme e medo de traição ou perda significa que o limite está ultrapassado e o ciúme está patológico e deve ser tratado”, esclarece a psicanalista.
Elas mais ciumentas que eles?

Existe aquele mito de que são as mulheres as mais ciumentas da relação e que os homens são mais acomodados. Para a psicanalista, isso não é verdade. As mulheres apenas demonstram mais seus sentimentos e, por isso, são mais impulsivas. Já eles são capazes de esconder este sentimento por anos, ainda que estejam sentindo o ciúme da mesma forma.
E quando o ciúme típico de uma relação ultrapassa o bom senso e começa a virar patologia? Segundo Taty Ades, o ciúme patológico é aquele onde o outro se torna o centro da vida da pessoa. Dessa forma, os pensamentos são paranóicos e há a ideia fixa de descobrir uma traição real ou imaginária.
“Na verdade, essa pessoa estará sempre refém de seu ciúme e a vida particular dela não existirá mais. Sua única motivação será apenas o objeto amado e as descobertas de traição que podem ser encontradas. Nesse processo, o indivíduo se torna refém de seu próprio sentimento, sofre de forma exagerada e faz o outro sofrer”, explica.
Outra forma de ciúme comum hoje é o virtual. Fuçar as redes sociais dele, por exemplo. Para a psicanalista, o ciúme virtual pode ser tão nocivo quanto o "real", uma vez que vivemos numa época onde o universo online está se tornando referência para encontros românticos, sites pornográficos ou novas conquistas.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Por que homens odeiam discutir o relacionamento?



A leitora me pergunta: “por que homem odeia DR? Por que vocês não falam, por que vocês não escutam, por que vocês não lutam, por que vocês não discutem o relacionamento?”
Ah, moças. Eu sei por quê. Mas antes… antes quero dizer uma coisa. E a coisa é: meninas, eu tenho um martelo! Reforma na casa, reforma no espírito. E por isso hoje, sob um terremoto de barulho no ouvido, eu vou martelar e esmigalhar um preconceito que o mundo feminino dirige ao planeta masculino.
Sim, hoje falarei de DR. Hoje, aliás, farei até mais: hoje, moças, hoje nós faremos uma DR aqui, olha só que beleza!
UM EXEMPLO NO TOPO
Meninas, meninas. Quando eu quero tocar os grandes assuntos, eu escalo as maiores montanhas. Busco os exemplos mais altos. Vamos pensar na Kate, no William.
Pensa que agora já deu tempo.
O casal real já transou na pia real. Já transou diante do microondas real, atrás da cortina da sogra real, já transou na poltroninha do avião real e pode ser que até na charrete real, à luz da lua, ao som dos cavalos.
Dois meses, três meses, quatro meses, seis meses. Tempo suficiente pra sair da lua de mel (sexo) e entrar na fase do dormir de conchinha só por quinze minutos. Ah, moças… Anatomicamente, homem e mulher foram feitos pra dormir a quinze metros de distância!
Pois é quando o homem abandona a conchinha diária, quando ele assume que basta daquela câimbra horrenda, daquele braço dormente, daquele torcicolo… Quando ele desiste de sofrer pelo romantismo cotidiano e impossível, quando ele assume isso pro espelho, bem, quando tudo isso acontece, a lua de mel acabou.
E que bom! Eterno paraíso é chato. A gente precisa de problemas.
TREMOR E BRONCA
Bom, dizia eu que a aritmética do casal recém formado muda depois de uns meses. Começa a entrar na linda rotina. Voltemos ao nosso exemplo monárquico: a estas alturas, aposto que William já andou roncando no sofá real, de castigo, porque ignorou um apelo qualquer da Kate.
Com a gente também é assim. Porque quando o sexo abranda, quando a televisão e a preguiça começam a sussurrar palavras mais altas, é aí que começa a fase da DR. A fase que causa mais engulhos, suores e tremores nos homens…
A SILENCIOSA DR DO HOMEM
Todo garota que conheço tem um caderninho de verdades. Nesse caderninho, consta que mulher adora debater relacionamento. E que homem odeia o troço.
Quer saber? Mentira! Homens não odeiam DR. A gente só faz diferente! Macho é lento. Precisa de uns segundos a mais do que você pra dizer algo. No fundo, homens amam, homens precisam discutir a relação. Não acredite no cara que diz que não faz DR porque fazer DR é chato. Chato é, mas te juro que ele também tem um ou dois milhões de coisas pra dizer a você. Sempre tem! A gente só faz do nosso jeito, que é mais silencioso, que é mais picareta. Mas faz. Quer ver?
COMO UM HOMEM FAZ DR?
- CIÚME: O ciúme masculino é o ensaio da DR. Quando ele encrespa com aquele seu colega de firma, com o amigo da sua amiga, com o cara que te olhou no bar, ele tá querendo dizer muitas coisas sem dizer (inclusive que tá com ciúme!). Ciúme de homem, quando não é doentio, significa: você não presta atenção em mim…
- MONOSSILÁBICO: Eu disse antes que homens morrem de medo de entrar numa discussão dessas porque vocês dominam a arte! Pois é! Mulher sabe falar. Mulher fala rápido. Mulher sabe falar e fala rápido! Acompanhar essa velocidade e sabedoria é dureza. Bate medo de falar porcaria. Medo de ofender. Ser homem é estar quase sempre a um espirro de soltar uma besteira definitiva, dessas que causam fim de casamento. Um exemplo: tenho um amigo que, pressionado, erra os nomes. Te juro! Quando ele chama a Fátima de Marcela, não existe Marcela no coração dele. É só um nome que surgiu assim, do nada…
- BIRRA: Homem quando está num debate fervoroso com você grita sem gritar. Ele faz bico, fica estúpido, calado, arredio. Se teu garoto anda agindo assim, se ele tá estranho, pergunta e presta muita atenção. Ele provavelmente diz, a cada olhar torto e grunhido, verdadeiros tratados contra algo que não anda gostando.
Repito: a dica, moças, é prestar atenção nele. Homem tropeça na hora de falar. Não são todos, mas é a maioria. Bronca feminina é algo que trava o coração da gente. Lembra aquela professora que metia medo, lembra a mãe com a sandália na mão. Entender a suprema deficiência verbal do macho é bonito, é legal, é bacana. É fazer um carinho no mundo.

Traição no Brasil é a que mais cresce no mundo.



Um levantamento recente feito pela rede social americana Ohhtel.com (espécie de Facebook da traição) mostra que o Brasil é o país em que a infidelidade mais cresce no mundo. Com pouco mais de 100 dias de funcionamento no País, o site da infidelidade discreta – que opera nos Estados Unidos, na Argentina, no Canadá e no Chile – já conta mais de 315 mil usuários.
Isso significa que, por mês, cerca de 80 mil brasileiros se cadastram no site de relacionamento em busca de relações extraconjugais. Nos Estados Unidos, onde a rede social já soma 1,2 milhão de usuários, a adesão mensal não passa de 50 mil pessoas. Na Argentina e no Canadá as médias mensais de adesão são, respectivamente, de 13 mil e 5 mil. Ou seja, o Brasil segue em disparada.
Karen Meohas, gerente de marketing Ohhtel.com no País explica o motivo de um número tão expressivo: “A oportunidade de buscar relações fora do casamento com a segurança de que sua esposa ou marido não vão descobrir é um fator preponderante para essa evolução”. E no Brasil, a maioria dos usuários admitem amar seus companheiros e não querer o divórcio, por isso, o especial sucesso do serviço.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A aparência importa?


Assisti nesta semana a um desses programas sobre sexo que passam na GNT de madrugada (não lembro o nome), cujo tema era a aparência da vagina (alguém me ajuda a arrumar um nome menos técnico, mas publicável?). Falava sobre a moda das cirurgias estéticas íntimas e tinha um monte de mulheres dando depoimento sobre como sofriam por causa da feiura de sua anatomia. Eu, como nunca parei para refletir sobre a aparência da minha, achei muito estranho (meninas, isso faz parte das preocupações estéticas de vocês?)

Perguntei para um amigo homem se eles realmente se importavam com a “cara” da dita cuja. Resposta: “Claro. Você não se importa de beijar um homem feio? Então, é a mesma coisa”. É? Ok… Quer dizer então que tem se ser bonitinha para o sexo oral? É isso? E para o resto? E, o mais importante, o que define essa, digamos, beleza interior? Aposto que muitas mulheres têm essas mesmas curiosidades. Rapazes, por favor, façam um serviço de utilidade pública. Queremos saber a opinião de vocês.


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Até que ponto o álcool é o culpado pelas nossas”besteiras sexuais”?


Acabo de ler uma pesquisa feita pelo site da revista Vanity Fair , segundo a qual 0% das pessoas de 18 a 44 anos disseram que beijariam um colega de trabalho nas famosas “festas da firma”, que começam agora em dezembro. Isso mesmo: ninguém pegaria ninguém do trabalho! Respondendo assim, sóbrio, qualquer pessoa de bom senso diria o mesmo. Mas a verdade é que esse tipo de evento sempre vem acompanhado de álcool e música (geralmente ruins). É o que basta para fazer com que muita gente mude de ideia - até vá além dos beijos – e passe o próximo ano inteiro se escondendo na baia.

A pessoa muda de ideia ou faz o que realmente tem vontade, pois perde – literalmente – a noção? Usei a festa da firma como exemplo, por causa da pesquisa e da proximidade dos tais eventos (e por ser um exemplo clássico de arrependimento no dia seguinte eheheh), mas o que eu gostaria mesmo de saber é: até que ponto o álcool pode ser culpado pelas besteiras (sobretudo as sexuais, claro) que as pessoas fazem?

Pergunto isso pela quantidade de relatos (de amigos, conhecidos, leitores) que tenho ouvido nos últimos dias sobre porres acompanhados de transas irresponsáveis (em situações e, sobretudo, com pessoas erradas). Já tomei alguns porres na vida e fiz coisas das quais me arrependi depois, mas isso não significa que eu não estivesse (bem) a fim de fazê-las. Acho que o álcool é apenas um encorajador. Mas muita gente jura que ele é o único culpado. Será?

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

“EU FUI A OUTRA”


“EU FUI A OUTRA”
Destruidoras de lares ou companheiras fiéis? Nas páginas que se seguem damos voz às amantes. Elas falam-nos de dilemas morais, culpa e prazer, de paixões avassaladoras que, em alguns acasos, são destrutivas e de como a vida não se pinta só a preto a branco.

Madalena* tinha 27 anos quando conheceu Manuel*, médico, uma década mais velho que ela... e casado. A personalidade sedutora, a inteligência, uma autoconfiança inabalável e o sentido de humor conquistaram-na logo no primeiro momento.

A paixão foi lenta mas irremediável. "Conheci-o nos meus primeiros tempos enquanto delegada de informação médica. E foi tudo muito rápido. No final da primeira conversa profissional perguntou-me se não queria jantar com ele e confesso que nem a aliança no dedo dele me demoveu." Envolveram-se sexualmente nesse mesmo dia, algo que nunca lhe tinha acontecido, conta Madalena.

"Aos poucos, apaixonei-me. A minha mãe sabia do que se passava e tentava abrir-me os olhos. Cheguei a ser malcriada com ela porque não queria ouvir a verdade: o Manuel não iria deixar a mulher". Apesar de nunca lhe ter feito esse pedido, desejava-o secretamente. E as desculpas para manterem aquela ligação na sombra eram velhas - ‘agora não é o momento certo', ‘a minha a mulher está deprimida', ‘a minha sogra está muito mal', ‘Madalena tu não és mulher para te prenderes num casamento', comentário que interpretou como um elogio - mas nem assim se afastou.



O fundo do poço
Encontravam-se todos os dias, excepto aos fins-de-semana, que ele passava com a família e ela com as amigas. Mas sentia a falta dele. Um dia, com saudades, enviou-lhe uma SMS. "Ligou-me de seguida, muito irritado, a perguntar como me atrevia a fazer aquilo." Ficou chocada mas nem nessa altura resolveu acabar. Bastava ele dar-lhe um beijo ou abraçá-la para se esquecer de tudo e todos. Até que engravidou e... "ele entrou em pânico: não podia ter um filho comigo enquanto não terminasse o casamento. Disse-me que pagava o aborto e assim o fez. Foi muito doloroso a nível emocional, senti-me muito só. Queria imenso ser mãe mas sozinha, não daquela maneira."

Dois anos mais tarde, a relação ainda continuava e Madalena foi obrigada a deixar de tomar a pílula por razões de saúde. "O Manuel nunca quis saber de anticoncepcionais... e engravidei novamente." Ele continuava a não querer ser pai mas desta vez Madalena insistiu em levar a gravidez até ao fim, só que o destino pregou-lhe uma partida: "A mulher dele também tinha engravidado. Ainda tentei fazer contas à vida mas seria impossível pagar creche, casa e todas as contas sozinha. Chorei dias a fio mas abortei novamente. Com medo de não ter forças para o deixar, decidi aceitar um convite de trabalho mal pago em África, mas na área na qual me tinha formado. Foi muito duro mas... longe da vista, longe do coração. Há seis anos acabou a minha travessia do deserto. Conheci o meu actual marido, por quem me apaixonei e de quem tenho duas filhas maravilhosas."



"Não fui educada para andar com homens casados"
Há 20 anos, Luísa, hoje com 45, conheceu o homem da sua vida. Antes dele aparecer, morava no Algarve e tinha uma vida que não julgaria deixar por nada no mundo: muitos amigos, um excelente emprego, vivia numa óptima casa com os pais, namorava há dois anos com um médico e até já tinham começado a procurar casa.

"Conheci o Jorge* através de amigos dos meus pais. Gostámos logo um do outro, estivemos à conversa e, nos dias que se seguiram, saímos juntos. Apaixonámo-nos quase de seguida. No princípio não sabia que ele era casado. Foi ele mesmo que me contou, dias depois." Ficou chocada com a revelação: um casamento de 10 anos (ele tinha 35, na época), dois filhos pequenos, uma vida estabelecida em Lisboa. "Disse-me que não era feliz com a mulher. Acreditei: nenhum homem feliz no casamento desaparece de casa para ir um mês de férias sozinho para longe. Mas tive um drama de consciência enorme, senti-me culpada. Nunca tinha tido uma relação com um homem casado, não fui educada para isso. Acho que ninguém é."



"O casamento dele acabou antes de eu aparecer"
Estavam juntos sempre que ele podia. Luísa terminou a sua relação quando percebeu a "paixão assolapada" que os uniu. "Quando o Jorge regressou a casa, ligava-me todos os dias. Nunca me falou mal da mulher e eu nunca lhe pedi para ele a largar para ficar comigo. Mais tarde, confessou-me que isso tinha sido decisivo: não era a primeira relação extraconjugal que tinha e outras mulheres tinham-lhe exigido isso."

Dois anos depois de se conhecerem, a mulher de Jorge descobriu a relação. Mas aquela era diferente das outras facadas no matrimónio. Desta vez ele estava apaixonado. Decidiram-se pelo divórcio. "Cheguei a ponderar se poderia construir a minha felicidade em cima da tristeza dos outros. Mas larguei a minha vida confortável para começar do zero com ele, em Lisboa. Lembro-me de pensar, durante a viagem, como era a mulher mais feliz do mundo. Ia viver com o homem que amava! Corri um risco grande, mas fi-lo com a confiança de estar a fazer o melhor. Se ele se mudasse para a minha cidade, estaria muito tempo longe dos filhos e eu sei que ele não seria feliz assim." Dezassete anos e dois filhos depois, sabe que valeu a pena arriscar. "Não fui eu que acabei com o casamento dele; ele já tinha acabado antes de eu aparecer. Penso nas coisas assim: ele estava parado à porta, eu passei, dei-lhe a mão e caminhámos juntos. E espero que a nossa história continue em ritmo de passeio até ao fim da vida."



Teúdas, manteúdas e amantes modernas
Amantes, como Madalena e Luísa, são o grande fantasma na cabeça de qualquer mulher comprometida. Ana Santa Clara, debruça-se sobre este tema em ‘Não Esperes por Mim para Jantar' (‘Esfera dos Livros'). "Desde que existe casamento, existem amantes, por razões que mudaram ao longo dos séculos. É uma realidade politicamente incorrecta mas existente."

Em outros tempos, os papéis até se complementavam: ‘a outra' chegava a ser fonte de alívio para algumas casadas, por desempenhar o papel sexual mais activo que a moral lhes reprova. O exemplo mais flagrante é o da mulher ‘mantida'. Tantas vezes de origens humildes, viam nesse estatuto a única hipótese de uma vida mais desafogada. Manter uma amante era, então, privilégio dos mais ricos. Hoje, a maioria das mulheres trabalha e não precisa do Senhor Doutor para lhes ‘montar casa'. "Mas é uma realidade que ainda existe", alerta Santa Clara.

No entanto, ‘a outra' não desapareceu com a emancipação feminina e o advento dos casamentos por amor. Porquê? "Por causa do princípio cristão da partilha: demograficamente, não há homens que cheguem para tanta mulher. Temos que os dividir", diz a autora. E quem são elas? Muitas continuam, como Madalena, a ser as ingénuas que se apaixonam perdidamente. Podem começar por nem saber que ele é casado. "O maior de todos os seus erros é começar a assinar com o apelido dele, como as meninas de escola. Depois, querem ir aos mesmos sítios a que a mulher dele vai - ele odeia a invasão e, além disso, é de um masoquismo enorme. Normalmente, é sempre a amante a querer mais, quando se apaixona. Depois o homem diz-lhe que nunca lhe prometeu sair de casa. É mais fácil continuar a acreditar que, ‘um dia', ele deixa a mulher para ficar com ela, do que reconhecer que isso nunca vai acontecer e que ela está a perder tempo."

E há as amantes em série. "Certas mulheres acabam por repetir o padrão de só se envolverem com homens casados. À medida que vão envelhecendo, também existem cada vez menos homens livres." Estas sabem as regras do jogo e não acabam com casamentos. "Muitas são profissionais que investiram muito na carreira e não têm tempo para um casamento e filhos", observa a autora.



Afinal, de quem é a culpa?
Nem sempre se pede o divórcio quando se descobre o clássico bilhetinho no bolso do casaco ou colarinho sujo de batom. Para muitas mulheres, o alvo da ira deixa de ser o marido e passa a ser a ‘pecadora que o desencaminhou'. "É mais fácil descarregar em cima da ‘outra' e dizer que o ‘enfeitiçou', do que reconhecer que quem falhou foi o marido e entrar em litígio com ele", diz Ana Santa Clara.

"Até porque isso as obriga a reconhecer que, se calhar, a responsabilidade também é delas, porque escolheram o homem errado ou o começaram a tratar como mãezinha castradora." Essa é uma das posturas de que as amantes profissionais se abstraem. "Impressionam-me as mulheres que preferem fazer de conta que não se passa nada e dizem não se importar desde que o marido a respeite e não mostre a outra aos amigos. É falta de amor-próprio." Também é simplista achar que este tipo de relações se resumem a sexo, observa a autora, salientando o papel de confidente que muitas amantes têm.

Só falta dizer que a culpa da relação extraconjugal é da mulher! "Não é culpa, são as circunstâncias da vida", remata Ana Santa Clara. A sociedade exige que nos desdobremos em papéis: a melhor profissional, a boa dona de casa, a mãe perfeita, a companheira dedicada, a leoa na cama. É natural que qualquer coisa fique para trás e, muitas vezes, é de nós que nos esquecemos. "É a maior injustiça ao cimo da Terra, mas quem tem de lutar mais pelo casamento é a mulher."



"Eu, amante? Nunca!"
Existem candidatas mais propícias a desempenhar este papel? Santa Clara discorda: "Não é inteligente declarar que nunca seremos a ‘outra'. Por mais princípios que tenhamos, é muito difícil manter um controlo absoluto sobre as emoções." Como podemos, então, evitar cair na cantiga do bandido e perceber os sinais de que, aquele tipo interessante que a acabou de convidar para jantar, não é casado e pai de filhos? "Se ele à noite nunca atende, alega que não ouviu o telefone e liga mais tarde, nunca está disponível para combinações à noite ou ao fim-de-semana, é questão para estranhar."

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Qual o seu segredo sexual?


Foi perguntado aqui a nossos leitores "Qual seu segredo sexual?"
Recebemos diverssos depoimentos e um deles segue abaixo:
Para quem quiser narrar seu "segredo sexual" envie e-mail para elenlopes2003@yahoo.com.br OBS: Não mande anexo.


"Tive um amante um dos melhores que eu poderia ter, ele morava no Rio de janeiro mas veio a trabalho aqui pra São Paulo. E nos conhecemos nesses acasos que a vida nos apronta. Ele tinha um relacionamento e eu também mesmo assim ficávamos juntos com freqüência, sempre no apartamento dele, durante o dia coisa rápida. Nos dávamos muito bem, na cama, ele falava o que eu gostava de ouvir e me despertava as mais loucas fantasias,não pegava no meu pé, respeitava meus limites, era perfeito.

Certo dia ele me chamou pra dormir em seu apartamento fiquei receosa mas a idéia era tentadora. De ultima hora decidi ir.Chegando lá ele me recepcionou, mas senti nele um sorriso estranho. Foi logo dizendo que tinha uma surpresa pra mim. E pegou minha mão levando em direção ao quarto do apartamento que ficava vazio, ele abriu uma brechinha e vi um rapaz deitado assistindo TV. Ele fechou a porta falando que aquele rapaz era minha surpresa fiquei com cara de não entendi mas ele logo foi falando que seria legal um convidado a mais naquela nossa noite um famoso “ménage a trois”. Fiquei surpresa, na hora, mas ele começou a tentar me convencer, pior que no fundo sempre achei interessante essa idéia, nas minhas mais loucas fantasias que eu jamais pensei que realizaria portanto, ele nem precisou pedir muito, logo aceitei. Fiquei na cozinha enquanto ele foi no quarto chamar o convidado daquela noite.Fomos apresentados: Moreno,alto, malhado, muito discreto, educado.Gostei. Não tinha muito clima nessa hora meu urso imaginava como eu estava então foi direto ao assunto e combinou com o convidado que ele ficaria um pouco a sós comigo no quarto e ele (o convidado)aguardaria uns 15 minutos logo após iria pro local. Meu urso e eu fomos.

Ficamos no quarto rolaram alguns beijos, caricias, e relaxei um pouco. Pouco tempo depois, escutei a porta se abrir, era o convidado. Continuamos a nos beijar. Mas deu pra ver bem, o convidado tirou a camisa, onde fez exibir um peito delineado de músculos rígidos, logo após tirou a calça e de cueca aproximou-se da cama. Pronto, o cenário era perfeito. Meu urso bronzeado, malhado, alto me beijava e me abraçava com aqueles braços fortes e aquele convidado que exalava sensualidade e desejo por mim, me despia. Ficamos todos de pé e eu sentia aqueles dois deuses gregos, devorando-me. Senti uma língua passar no meio das minhas costas, e a outra estava a lamber minha barriga, meus mamilos ali arrepiados de tanto desejo.Era estranho sentir duas bocas em seu corpo simultaneamente mas ao mesmo tempo era uma sensação boa, de poder, ao mesmo tempo promiscua.De repente,obedeci ao pedido de ficar de quatro na cama, onde senti o sexo do convidado penetrar em mim, olhei pro meu urso e ele estava lá admirando aquela cena, eu sendo possuída pelo colega dele. E não sei se por te-lo visto me observando, senti um prazer incomum. Enquanto me observava meu urso me elogiava, acariciava meus cabelos, como se estivesse orgulhoso e eu fosse seu troféu, o convidado evitava falar, estava em pleno êxtase. Meu urso pediu a vez ao convidado que estava tão empolgado que passaria todo tempo ali dentro de mim, entao deitou-se na cama e chamou-mepara subir emseu sexo, que estava li rígido e imponente por minha causa, e em pouco tempo nós dois atingimos o clímax, ele assim passando a vez pro convidado, que também não demorou muito a chegar ao ápice. Foi um prazer incomparável, indescritível. Para todos. Após esses minutos de prazer, o convidado foi pro seu quarto despediu-se com um boa noite, e eu fui dormir ao lado do urso apagadas as luzes, fiquei eu ainda com meus pensamentos e na boca,dois sabores, dois gostos diferentes.

Não senti peso na consciência, nem me senti vazia, e isso me perturbava. Era como se tivesse feito um sexo comum, masmuito gostoso, nem precisava ter me martirizado tanto, pensava. E em meio a tantos pensamentos adormeci junto com esse meu corpo que ainda cansando cheirava a sexo. E que hoje só me resta recordar desses momentos com muitas saudades."

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Amante de plástico.


Não parece o boneco da CET?

Eu já sabia da existência das Real Dools, aquelas bonecas infláveis, que se colocadas em uma mesa na balada iriam atrair vários marmanjos, tamanha a realidade de suas feições e corpo. O que eu não sabia e descobri fuçando o site das Real Dools (cheguei lá por causa de um vídeo, na verdade, um trecho de um documentário britânico sobre homens que vivem maritalmente com as tais bonecas. Impressionante! – no link abaixo) é que existe a versão masculina. A julgar pelo capricho que os fabricantes têm com os bonecos, suspeito que a maioria das mulheres sentem o mesmo tesão que eu pelo brinquedo: zero. Acho que mesmo que eles fossem mais bonitinhos, eu não encarava. Eles parecem aqueles bonecos da CET, lembram? Definitivamente, não iria trocar um homem de verdade pelo de plástico – tá, mesmo que não tivesse nenhum disponível, iria arrumar outro jeito.

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Protesto!


“Foi bom pra você?” “O que?”

Uma pesquisa divulgada na semana passada diz que o melhor sexo é o que dura entre 7 e 13 minutos. Segundo alguns pesquisadores, até mesmo 3 minutos já são “adequados”. Os resultados foram baseados em levantamentos sobre o que os acadêmicos dos Estados Unidos e Austrália pensam sobre o tempo ideal de penetração. Segundo eles, abaixo de 13 minutos é muito pouco e acima, muito longo. O estudo, publicado na revista especializada “Journal of Sexual Medicine” tem o objetivo de “tirar expectativas irreais de que o sexo deve ter uma longa duração”. Eu, como mulher-não-acadêmica (certeza que só homem respondeu a essa pesquisa) discordo. Pra começar, se a pessoa precisa ficar contando os minutos pra acabar o sexo, é melhor nem começar. Além disso, a maioria das mulheres não sofre de ejaculação precoce, pelo contrário, a dificuldade é conseguir chegar ao orgasmo, o que na maioria dos casos, leva um certo tempo. Sendo assim, já que é pra estipular um tempo, fico com os norte-americanos, que acham que o ideal é entre 15 e 20 (daí pra mais). E você, concorda com os pesquisadores?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

'Não era sexo grupal, era suruba mesmo', relembra Erasmo Carlos.


Em entrevista ao programa "Irritando Fernanda Young", do GNT, Erasmo Carlos deu pistas de onde veio o apelido de "Tremendão" - ganho na época da Jovem Guarda.


Além de contar que já teve mais de mil mulheres, Erasmo revelou que já fez sexo em grupo. "É uma coisa comum da minha geração. Não era sexo grupal, era suruba mesmo. Porque agora tem esse nome sofisticado, é cheio de regras...", declarou.

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sai pesquisa dos piores amantes do mundo.


Uma pesquisa feita pelo site OnePool com 15 mil mulheres de 20 países listou os piores e os melhores amantes do mundo. Os alemães foram considerados os piores. O motivo? Higiene pessoal precária (eca!). Os latinos foram considerados os melhores de cama: espanhóis em primeiro lugar, brasileiros em segundo e italianos em terceiro. Abaixo, a lista completa:

Os piores

1- Alemães (muito fedorentos)

2. Ingleses (muito preguiçosos)
3. Suecos (muito afobados)
4. Holandeses (muito dominadores)
5. Americanos (muito brutos)
6. Gregos (muito sentimentais)
7. Galeses (muito egoístas)
8. Escoceses (muito grosseiros)
9. Turcos (suam demais)
10. Russos (muito peludos)

Os melhores

1. Espanhóis
2. Brasileiros
3. Italianos
4. Franceses
5. Irlandeses
6. Sul africanos
7. Australianos
8. Neozelandeses
9. Dinamarqueses
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

10 Experiências eróticas que vão adorar conhecer.


Nem só de trabalho vive uma mulher… ou um casal. Porque é importante alimentar a vida sexual, damos-lhe 10 ideias para aquecer a vossa intimidade.
1.Sussure-lhe aquilo que deseja.

Com todas as letras. Nada de eufemismos ou de figuras de estilo. Na hora H, o mais excitante é ir direito ao assunto. Diga-lhe o que lhe apetece, o que deseja, o que lhe dá a volta à cabeça. Diga-o baixinho, ao ouvido, ou olhos nos olhos, dependendo da sua personalidade. Mas não se cale

2. De olhos bem fechados

Suprimir um dos sentidos é uma forma de aumentar a capacidade de todos os outros. Se ele não conseguir vê-la, não lhe resta outra hipótese se não utilizar outras ‘armas' - como as mãos ou a língua - para a apreciar devidamente. É por isso que uma venda nunca deve faltar na mesinha de cabeceira (ok, na gaveta, para serem mais discretos).

3. Não me mordas... ou talvez sim

Um homem excitado é receptivo à língua quando passeia no seu pescoço, mas também a umas pequenas mordidelas, que não têm de ser necessariamente no convencional lóbulo da orelha, mas podem e devem estende-se a outras regiões, como os ombros, os braços ou o peito. A mistura entre dor e prazer é capaz de levar qualquer um à loucura e apenas vai intensificar o clímax.

4. Mostre-lhe o seu prazer

Para começar, nada de luz apagada nem de se esconder debaixo do edredão. A visão deve ser estimulada e se gosta de vê-lo a ele, porque não lhe permite o mesmo? E agora... toque-se! Não, não se encolha. Estamos a falar do seu próprio corpo, por isso não há motivos para vergonha. Por isso, proporcione a si e a ele essa pequena prenda, atingindo o prazer sozinha.

5. Orgia de sabores

Junte o útil ao agradável e, na hora de deslizar para dentro dos lençóis, esqueça a linha e façam um ‘lanche' tardio. Chocolate, natas, morangos, champanhe combinam bem com jogos eróticos.



6. Acorde-o a meio da noite

Por hábito, fazem sexo ou de manhã ou à noite, antes de mergulharem no sono. Troque as voltas à rotina e desperte-o a meio da noite para uma aventura inesperada. A leve sensação de que ainda está a sonhar só vai aumentar o prazer masculino.

7. Vamos ao teatro?

No sexo, o limite é o desconforto do outro. Se ambos concordarem, podem ser quem quiserem, estar onde quiserem, quando quiserem. As fantasias não conhecem fronteiras, por isso, descubram quais as 'personagens' ou situações que mexem com o vosso erotismo.

8. Experimente o telefone

Quando não estão juntos por alguma razão e sentem saudades, porque não ter sexo de outra forma... O telemóvel ou as webcam do computador permitem ter momentos muito privados.

9.Mudem de lugar

A banheira que existe lá em casa pode servir para algo mais do que um simples banho. E o automóvel ter mais utilidade do que simples meio de transporte.

10. Corram a maratona

Há muitas formas de correr a maratona. Na cama, também é possível fazer muitos quilómetros. Façam amor de manhã, tomem o pequeno almoço na cama, façam amor outra vez, assistam a um filme, ficam longos momentos apenas a trocar carícias.

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sábado, 1 de agosto de 2009

Britânica tem 200 orgasmos por dia.


Sarah Carmen é uma mulher britânica com 24 anos com uma pequenina disfunção sexual.

Ela diz que sofre de uma doença rara: Síndrome de Excitação Sexual Permanente.

Numa entrevista ao jornal News of de World, Sarah contou que o barulho de um comboio, o som de um secador de cabelo, a vibração de um carro, basicamente qualquer coisa .. zas. Orgasmo. A mulher chega a atingir 200 orgasmos num só dia
O síndroma o que faz é manter um grande fluxo de sangue nos seus orgãos sexuais. Durante a entrevista, a mulher atingiu 5 orgasmos, em algo que durou apenas 40 minutos.

Diz que tudo começou aos 19 anos quando ela andava meio tristonha e um médico receitou-lhe um anti-depressivo.

A partir daí, começou o abuso de orgasmos. O namorado, na altura, diz que ficava pasmado com a quantidade de vezes que a senhora atingia o clímax.

“Passado 6 meses de tomar os comprimidos, eu já estava a ter 150 orgasmos por dia”.

Sarah, que trabalha como esteticista, já confidenciou a alguns clientes a sua particularidade. Os que não sabem, vêem-na sair e correr, enquanto as colegas os entretêm com uma chávena de chá, uma revista ou conversa.
Sarah diz que é bastante constrangedor e só queria ter uma vida normal. Diz que quando vai a bares ou ambientes mais descontraídos e bebe, fica automaticamente excitada e logo no primeiro encontro começa a gemer.

O momento mais constrangedor foi quando respondia a um questionário de rua sobre estudos de mercado. Exactamente durante as perguntas, Sarah teve um orgasmo, bem na frente do técnico.

Numa tentativa de resolver o seu problema, começou a frequentar os Sexólicos Anónimos. Algo que eu não imaginava que existisse!

“No início, eu queria ter relações sexuais a toda a hora e então considerei-me uma viciada em sexo, uma infomaníaca. Mas, nestas reuniões, percebi que havia muita gente desesperada por sexo. A minha situação era diferente. Eu apenas tinha um meio de libertar os meus orgasmos e não precisava de sexo para isso.”, disse Sarah

Acabou por desistir então. Quanto aos médicos, continuam sem encontrar uma explicação que defina claramente o seu problema.

O que não revelou Sarah foi qual o comprimido anti-depressivo que tomou que originou tudo isto.


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