quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Jennifer Lopez quer impedir ex-marido de divulgar vídeo de sexo.


Dois anos depois de ganhar um processo de US$ 545 mil contra o primeiro marido, o ex-modelo Ojani Noa, a atriz e cantora Jennifer Lopez abriu novo processo, acusando-o de usar vídeos da vida sexual de ambos em um filme biográfico.

Na ação judicial, Lopez diz que o ex-marido planeja lançar um filme, chamado "How I married Jennifer Lopez" ('como me casei com Jennifer Lopez', em português) com imagens dele e da cantora em situações explícitas, incluindo um encontro sexual em um quarto de hotel durante a lua-de-mel de ambos, em 1997.

Lopez, que se casou com o cantor Marc Anthony em 2004 e tem dois filhos, quer US$ 10 milhões em indenização e uma ordem da Justiça para evitar a divulgação de qualquer vídeo mostrando-a em situações íntimas com Noa.

Em 2006, Lopez processou Noa por causa de planos que ele tinha de publicar um livro contando a vida de casados dos dois. O processo resultou em um juiz da Califórnia ordenando Noa a pagar a Lopez US$ 545 mil por quebra de contrato. Lopez disse que Noa havia assinado um acordo de não publicar detalhes da relação de ambos.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Bruce Willis é contra cirurgia plástica.


Bruce Willis é contra cirurgia plástica. De acordo com informações do site “Showbiz Spy”, o ator, que já foi casado com Demi Moore, não concorda com as pessoas que passam por transformações em seus corpos.

“Não sou fã daqueles que fazem isso apenas pela estética. Trata-se apenas de um grande negócio de fazer dinheiro. Não tenho planos de passar por isso. Nem me preocupo com minha estética. Eu continuo me vendo como se estivesse com 24 anos de idade.”

“EU FUI A OUTRA”


“EU FUI A OUTRA”
Destruidoras de lares ou companheiras fiéis? Nas páginas que se seguem damos voz às amantes. Elas falam-nos de dilemas morais, culpa e prazer, de paixões avassaladoras que, em alguns acasos, são destrutivas e de como a vida não se pinta só a preto a branco.

Madalena* tinha 27 anos quando conheceu Manuel*, médico, uma década mais velho que ela... e casado. A personalidade sedutora, a inteligência, uma autoconfiança inabalável e o sentido de humor conquistaram-na logo no primeiro momento.

A paixão foi lenta mas irremediável. "Conheci-o nos meus primeiros tempos enquanto delegada de informação médica. E foi tudo muito rápido. No final da primeira conversa profissional perguntou-me se não queria jantar com ele e confesso que nem a aliança no dedo dele me demoveu." Envolveram-se sexualmente nesse mesmo dia, algo que nunca lhe tinha acontecido, conta Madalena.

"Aos poucos, apaixonei-me. A minha mãe sabia do que se passava e tentava abrir-me os olhos. Cheguei a ser malcriada com ela porque não queria ouvir a verdade: o Manuel não iria deixar a mulher". Apesar de nunca lhe ter feito esse pedido, desejava-o secretamente. E as desculpas para manterem aquela ligação na sombra eram velhas - ‘agora não é o momento certo', ‘a minha a mulher está deprimida', ‘a minha sogra está muito mal', ‘Madalena tu não és mulher para te prenderes num casamento', comentário que interpretou como um elogio - mas nem assim se afastou.



O fundo do poço
Encontravam-se todos os dias, excepto aos fins-de-semana, que ele passava com a família e ela com as amigas. Mas sentia a falta dele. Um dia, com saudades, enviou-lhe uma SMS. "Ligou-me de seguida, muito irritado, a perguntar como me atrevia a fazer aquilo." Ficou chocada mas nem nessa altura resolveu acabar. Bastava ele dar-lhe um beijo ou abraçá-la para se esquecer de tudo e todos. Até que engravidou e... "ele entrou em pânico: não podia ter um filho comigo enquanto não terminasse o casamento. Disse-me que pagava o aborto e assim o fez. Foi muito doloroso a nível emocional, senti-me muito só. Queria imenso ser mãe mas sozinha, não daquela maneira."

Dois anos mais tarde, a relação ainda continuava e Madalena foi obrigada a deixar de tomar a pílula por razões de saúde. "O Manuel nunca quis saber de anticoncepcionais... e engravidei novamente." Ele continuava a não querer ser pai mas desta vez Madalena insistiu em levar a gravidez até ao fim, só que o destino pregou-lhe uma partida: "A mulher dele também tinha engravidado. Ainda tentei fazer contas à vida mas seria impossível pagar creche, casa e todas as contas sozinha. Chorei dias a fio mas abortei novamente. Com medo de não ter forças para o deixar, decidi aceitar um convite de trabalho mal pago em África, mas na área na qual me tinha formado. Foi muito duro mas... longe da vista, longe do coração. Há seis anos acabou a minha travessia do deserto. Conheci o meu actual marido, por quem me apaixonei e de quem tenho duas filhas maravilhosas."



"Não fui educada para andar com homens casados"
Há 20 anos, Luísa, hoje com 45, conheceu o homem da sua vida. Antes dele aparecer, morava no Algarve e tinha uma vida que não julgaria deixar por nada no mundo: muitos amigos, um excelente emprego, vivia numa óptima casa com os pais, namorava há dois anos com um médico e até já tinham começado a procurar casa.

"Conheci o Jorge* através de amigos dos meus pais. Gostámos logo um do outro, estivemos à conversa e, nos dias que se seguiram, saímos juntos. Apaixonámo-nos quase de seguida. No princípio não sabia que ele era casado. Foi ele mesmo que me contou, dias depois." Ficou chocada com a revelação: um casamento de 10 anos (ele tinha 35, na época), dois filhos pequenos, uma vida estabelecida em Lisboa. "Disse-me que não era feliz com a mulher. Acreditei: nenhum homem feliz no casamento desaparece de casa para ir um mês de férias sozinho para longe. Mas tive um drama de consciência enorme, senti-me culpada. Nunca tinha tido uma relação com um homem casado, não fui educada para isso. Acho que ninguém é."



"O casamento dele acabou antes de eu aparecer"
Estavam juntos sempre que ele podia. Luísa terminou a sua relação quando percebeu a "paixão assolapada" que os uniu. "Quando o Jorge regressou a casa, ligava-me todos os dias. Nunca me falou mal da mulher e eu nunca lhe pedi para ele a largar para ficar comigo. Mais tarde, confessou-me que isso tinha sido decisivo: não era a primeira relação extraconjugal que tinha e outras mulheres tinham-lhe exigido isso."

Dois anos depois de se conhecerem, a mulher de Jorge descobriu a relação. Mas aquela era diferente das outras facadas no matrimónio. Desta vez ele estava apaixonado. Decidiram-se pelo divórcio. "Cheguei a ponderar se poderia construir a minha felicidade em cima da tristeza dos outros. Mas larguei a minha vida confortável para começar do zero com ele, em Lisboa. Lembro-me de pensar, durante a viagem, como era a mulher mais feliz do mundo. Ia viver com o homem que amava! Corri um risco grande, mas fi-lo com a confiança de estar a fazer o melhor. Se ele se mudasse para a minha cidade, estaria muito tempo longe dos filhos e eu sei que ele não seria feliz assim." Dezassete anos e dois filhos depois, sabe que valeu a pena arriscar. "Não fui eu que acabei com o casamento dele; ele já tinha acabado antes de eu aparecer. Penso nas coisas assim: ele estava parado à porta, eu passei, dei-lhe a mão e caminhámos juntos. E espero que a nossa história continue em ritmo de passeio até ao fim da vida."



Teúdas, manteúdas e amantes modernas
Amantes, como Madalena e Luísa, são o grande fantasma na cabeça de qualquer mulher comprometida. Ana Santa Clara, debruça-se sobre este tema em ‘Não Esperes por Mim para Jantar' (‘Esfera dos Livros'). "Desde que existe casamento, existem amantes, por razões que mudaram ao longo dos séculos. É uma realidade politicamente incorrecta mas existente."

Em outros tempos, os papéis até se complementavam: ‘a outra' chegava a ser fonte de alívio para algumas casadas, por desempenhar o papel sexual mais activo que a moral lhes reprova. O exemplo mais flagrante é o da mulher ‘mantida'. Tantas vezes de origens humildes, viam nesse estatuto a única hipótese de uma vida mais desafogada. Manter uma amante era, então, privilégio dos mais ricos. Hoje, a maioria das mulheres trabalha e não precisa do Senhor Doutor para lhes ‘montar casa'. "Mas é uma realidade que ainda existe", alerta Santa Clara.

No entanto, ‘a outra' não desapareceu com a emancipação feminina e o advento dos casamentos por amor. Porquê? "Por causa do princípio cristão da partilha: demograficamente, não há homens que cheguem para tanta mulher. Temos que os dividir", diz a autora. E quem são elas? Muitas continuam, como Madalena, a ser as ingénuas que se apaixonam perdidamente. Podem começar por nem saber que ele é casado. "O maior de todos os seus erros é começar a assinar com o apelido dele, como as meninas de escola. Depois, querem ir aos mesmos sítios a que a mulher dele vai - ele odeia a invasão e, além disso, é de um masoquismo enorme. Normalmente, é sempre a amante a querer mais, quando se apaixona. Depois o homem diz-lhe que nunca lhe prometeu sair de casa. É mais fácil continuar a acreditar que, ‘um dia', ele deixa a mulher para ficar com ela, do que reconhecer que isso nunca vai acontecer e que ela está a perder tempo."

E há as amantes em série. "Certas mulheres acabam por repetir o padrão de só se envolverem com homens casados. À medida que vão envelhecendo, também existem cada vez menos homens livres." Estas sabem as regras do jogo e não acabam com casamentos. "Muitas são profissionais que investiram muito na carreira e não têm tempo para um casamento e filhos", observa a autora.



Afinal, de quem é a culpa?
Nem sempre se pede o divórcio quando se descobre o clássico bilhetinho no bolso do casaco ou colarinho sujo de batom. Para muitas mulheres, o alvo da ira deixa de ser o marido e passa a ser a ‘pecadora que o desencaminhou'. "É mais fácil descarregar em cima da ‘outra' e dizer que o ‘enfeitiçou', do que reconhecer que quem falhou foi o marido e entrar em litígio com ele", diz Ana Santa Clara.

"Até porque isso as obriga a reconhecer que, se calhar, a responsabilidade também é delas, porque escolheram o homem errado ou o começaram a tratar como mãezinha castradora." Essa é uma das posturas de que as amantes profissionais se abstraem. "Impressionam-me as mulheres que preferem fazer de conta que não se passa nada e dizem não se importar desde que o marido a respeite e não mostre a outra aos amigos. É falta de amor-próprio." Também é simplista achar que este tipo de relações se resumem a sexo, observa a autora, salientando o papel de confidente que muitas amantes têm.

Só falta dizer que a culpa da relação extraconjugal é da mulher! "Não é culpa, são as circunstâncias da vida", remata Ana Santa Clara. A sociedade exige que nos desdobremos em papéis: a melhor profissional, a boa dona de casa, a mãe perfeita, a companheira dedicada, a leoa na cama. É natural que qualquer coisa fique para trás e, muitas vezes, é de nós que nos esquecemos. "É a maior injustiça ao cimo da Terra, mas quem tem de lutar mais pelo casamento é a mulher."



"Eu, amante? Nunca!"
Existem candidatas mais propícias a desempenhar este papel? Santa Clara discorda: "Não é inteligente declarar que nunca seremos a ‘outra'. Por mais princípios que tenhamos, é muito difícil manter um controlo absoluto sobre as emoções." Como podemos, então, evitar cair na cantiga do bandido e perceber os sinais de que, aquele tipo interessante que a acabou de convidar para jantar, não é casado e pai de filhos? "Se ele à noite nunca atende, alega que não ouviu o telefone e liga mais tarde, nunca está disponível para combinações à noite ou ao fim-de-semana, é questão para estranhar."

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domingo, 25 de outubro de 2009

Tatuagem e acupuntura podem precisar de prescrição médica.


Após três anos de tramitação no Congresso, o projeto de lei que regulamenta o ato médico, aprovado anteontem à noite pela Câmara dos Deputados, traz no texto problemas que podem acabar no Judiciário. A proposta define os procedimentos que passam a ser exclusivos dos profissionais formados em medicina. Ao definir "procedimentos invasivos", o texto não é preciso e pode dar brechas para que práticas como acupuntura, peeling facial e até mesmo tatuagem necessitem de indicação ou supervisão de um médico.

Apesar da imprecisão, o relator do projeto na Comissão de Trabalho, Edinho Bez (PMDB-SC), não vê problema de conflito. Depois de audiências com profissionais de várias áreas, entre elas tatuadores, os parlamentares da comissão acreditam ter "pacificado " as discussões.

No entanto, o texto dá margem a dúvidas. No artigo 4º, inciso 3º, a lei aprovada determina que é atividade exclusiva de médicos "a indicação e execução de procedimentos invasivos, sejam terapêuticos, estéticos ou de diagnósticos ". Já o parágrafo 4º do mesmo artigo define como procedimento invasivo "a invasão da epiderme e da derme com o uso de produtos químicos ou abrasivos " e a "invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo para injeção, sucção, punção, insuflação, drenagem, instilação ou enxertia, com ou sem o uso de agente químico ou físico ".

Com essa definição, procedimentos como acupuntura, tatuagem, peeling estético, tanto mecânicos como químicos, poderiam ser enquadrados como atividades que precisam da indicação e supervisão de um médico. Com isso, a lei pode dar margem a interpretações que terminem por restringir a ação de profissionais dessas áreas. "Uma coisa é regular as atividades do médico. Outra é modificar as habilidades de outras profissões. Algumas coisas precisam de um texto mais claro ", afirmou o deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), que chegou a apresentar um voto em separado.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Leis sexuais bizarras.


Em alguns lugares, o sexo pode dar cadeia

O site espanhol adn.es fez uma lista de leis sexuais absurdas em várias partes do mundo. Não chequei a veracidade, nem se ainda vigoram, mas escolhi as dez que achei mais bizarras. Vale a pena passar lá para ver o resto.

1- Nos estados norte-americanos do Arizona, Texas e de Rhode Island, pessoas que não são casadas são proibidas de fazer sexo. Os solteiros que forem pegos no flagra podem pegar uma pena de até três anos de prisão

2- No Libano, a zoofilia é permitida, mas só quando o animal em questão for do sexo oposto ao da pessoa

3- No Reino de Bahrain (estado independente localizado na região do Golfo Pérsico), os médicos podem fazer exames ginecológicos nas pacientes, mas estão proibidos de olhar diretamente para suas partes íntimas (devem usar um espelho)

4- Na ilha de Guam, no Oceano Pacífico, as mulheres não podem se casar se forem virgens. Por isso, existem homens com a função de “desvirginadores”, que vão em todos os povoados oferecer seus serviços (e cobram pelo trabalho)

5- Em Budapeste, na Hungria, só é permitido transar de luz apagada

6- Em Hong Kong, as mulheres traídas têm o direito de matar os maridos adúlteros, mas sempre com as próprias mãos. Já no caso da amante, pode-se apagar a infeliz do mapa da maneira que achar melhor

7- Em Israel, pode-se pegar três anos de cadeia por assistir a filmes pornôs

8- Na Indonésia, a masturbação é um crime que se paga com a própria cabeça (sim, decaptação!)

9- Os brinquedos eróticos (vibradores e afins) são ilegais na Índia

10- Uma lei de Cali, na Colômbia, diz que a mãe da esposa deve estar presente na primeira vez que o casal transar

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Qual o seu segredo sexual?


Foi perguntado aqui a nossos leitores "Qual seu segredo sexual?"
Recebemos diverssos depoimentos e um deles segue abaixo:
Para quem quiser narrar seu "segredo sexual" envie e-mail para elenlopes2003@yahoo.com.br OBS: Não mande anexo.


"Tive um amante um dos melhores que eu poderia ter, ele morava no Rio de janeiro mas veio a trabalho aqui pra São Paulo. E nos conhecemos nesses acasos que a vida nos apronta. Ele tinha um relacionamento e eu também mesmo assim ficávamos juntos com freqüência, sempre no apartamento dele, durante o dia coisa rápida. Nos dávamos muito bem, na cama, ele falava o que eu gostava de ouvir e me despertava as mais loucas fantasias,não pegava no meu pé, respeitava meus limites, era perfeito.

Certo dia ele me chamou pra dormir em seu apartamento fiquei receosa mas a idéia era tentadora. De ultima hora decidi ir.Chegando lá ele me recepcionou, mas senti nele um sorriso estranho. Foi logo dizendo que tinha uma surpresa pra mim. E pegou minha mão levando em direção ao quarto do apartamento que ficava vazio, ele abriu uma brechinha e vi um rapaz deitado assistindo TV. Ele fechou a porta falando que aquele rapaz era minha surpresa fiquei com cara de não entendi mas ele logo foi falando que seria legal um convidado a mais naquela nossa noite um famoso “ménage a trois”. Fiquei surpresa, na hora, mas ele começou a tentar me convencer, pior que no fundo sempre achei interessante essa idéia, nas minhas mais loucas fantasias que eu jamais pensei que realizaria portanto, ele nem precisou pedir muito, logo aceitei. Fiquei na cozinha enquanto ele foi no quarto chamar o convidado daquela noite.Fomos apresentados: Moreno,alto, malhado, muito discreto, educado.Gostei. Não tinha muito clima nessa hora meu urso imaginava como eu estava então foi direto ao assunto e combinou com o convidado que ele ficaria um pouco a sós comigo no quarto e ele (o convidado)aguardaria uns 15 minutos logo após iria pro local. Meu urso e eu fomos.

Ficamos no quarto rolaram alguns beijos, caricias, e relaxei um pouco. Pouco tempo depois, escutei a porta se abrir, era o convidado. Continuamos a nos beijar. Mas deu pra ver bem, o convidado tirou a camisa, onde fez exibir um peito delineado de músculos rígidos, logo após tirou a calça e de cueca aproximou-se da cama. Pronto, o cenário era perfeito. Meu urso bronzeado, malhado, alto me beijava e me abraçava com aqueles braços fortes e aquele convidado que exalava sensualidade e desejo por mim, me despia. Ficamos todos de pé e eu sentia aqueles dois deuses gregos, devorando-me. Senti uma língua passar no meio das minhas costas, e a outra estava a lamber minha barriga, meus mamilos ali arrepiados de tanto desejo.Era estranho sentir duas bocas em seu corpo simultaneamente mas ao mesmo tempo era uma sensação boa, de poder, ao mesmo tempo promiscua.De repente,obedeci ao pedido de ficar de quatro na cama, onde senti o sexo do convidado penetrar em mim, olhei pro meu urso e ele estava lá admirando aquela cena, eu sendo possuída pelo colega dele. E não sei se por te-lo visto me observando, senti um prazer incomum. Enquanto me observava meu urso me elogiava, acariciava meus cabelos, como se estivesse orgulhoso e eu fosse seu troféu, o convidado evitava falar, estava em pleno êxtase. Meu urso pediu a vez ao convidado que estava tão empolgado que passaria todo tempo ali dentro de mim, entao deitou-se na cama e chamou-mepara subir emseu sexo, que estava li rígido e imponente por minha causa, e em pouco tempo nós dois atingimos o clímax, ele assim passando a vez pro convidado, que também não demorou muito a chegar ao ápice. Foi um prazer incomparável, indescritível. Para todos. Após esses minutos de prazer, o convidado foi pro seu quarto despediu-se com um boa noite, e eu fui dormir ao lado do urso apagadas as luzes, fiquei eu ainda com meus pensamentos e na boca,dois sabores, dois gostos diferentes.

Não senti peso na consciência, nem me senti vazia, e isso me perturbava. Era como se tivesse feito um sexo comum, masmuito gostoso, nem precisava ter me martirizado tanto, pensava. E em meio a tantos pensamentos adormeci junto com esse meu corpo que ainda cansando cheirava a sexo. E que hoje só me resta recordar desses momentos com muitas saudades."

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Belo Jardim MOTOFEST.



BELO JARDIM MOTOFEST.
Dias 06, 07 e 08 de novembro 2009.
Churrasco 0800
Café da manhã 0800
Alojamento 0800
Rock 'n' roll
Pop rock
Forró
Expositores
Troféus
Contatos: Milton 81 9608 0703 / Vicente 81 9977 4070 / Missa 81 9268 5826
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Belo Jardim,PE. 81 3726 2737

Livre o relacionamento da culpa pelo sonho não realizado.


"Um sonho que se sonha só, é apenas um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade". Até que ponto esse pensamento, atribuído ao músico Raul Seixas, é verdadeiro? Viajar por todas as capitais do mundo, trabalhar do outro lado do país, trocar a vida na cidade pela vida no campo, recusar o posto nos negócios da família, ter uma família cheia de filhos. De repente, os desejos são protelados ou esquecidos quando surge um namoro ou um casamento. Mas será que é na cara-metade mesmo em quem pensamos quando começamos a desistir dos sonhos que passamos boa parte da vida construindo?

De acordo com a psicóloga Marina Vasconcellos, existem abdicações que realmente devem ser feitas na vida a dois. "Há momentos em que abrimos mão de algo por avaliar que a relação é mais importante", explica. "A vida de solteiro realmente não é a mesma que a de casado. O problema é quando o sonho fica para depois - ou simplesmente passa pelas mãos, como uma oportunidade perdida - e o outro lado do relacionamento é considerado como o responsável por isso". Quando um dos lados está insatisfeito, é comum surgirem brigas e até a ideia de repensar se a relação vale à pena. Antes de partir para o extremo,veja como há formas de realizar os sonhos e, o que é melhor, compartilhá-los com a pessoa amada.

A culpa é sua

Apontar o dedo para o parceiro e jogar sobre ele a culpa pelo sonho que ficou no passado é uma atitude comum no meio de uma discussão calorosa. Segundo a psicóloga Marina Vasconcellos, não ter a coragem de bancar a realização de um sonho resulta na frustração. Usar frases como "Tudo bem, quem sabe outra hora" vão fazer com que o sonho seja deixado de lado, mas não é por isso que o parceiro é o culpado. "É sempre mais fácil culpar o outro do que reconhecer nossa falha", explica. Diante da situação, não tem jeito; o melhor remédio ainda é uma boa conversa para resolver a situação. Mas também há maneiras de se policiar para não jogar a culpa em quem não merece.

A culpa é minha

Quando uma oportunidade de emprego foi deixada de lado, por exemplo, o importante é assumir que essa foi uma decisão sua e buscar entender o que o levou a decidir por não ir. O mesmo vale para qualquer sonho que pareceu ser deixado de lado por conta do parceiro. A psicóloga dá a dica de fazer para si mesmo a seguinte pergunta: "Por que abri mão do sonho, por que não o levei adiante?". "A pessoa precisa reconhecer que a decisão foi dela, assim como outras escolhas", completa.

Sinal vermelho para o relacionamento

Culpar o outro o tempo todo pode (e vai!) resultar em briga, ainda mais quando a pessoa não teve participação nenhuma na decisão. Mas, se a troca de ofensas se torna uma rotina, é hora de prestar atenção ao relacionamento, pois pode ser que existam problemas maiores do que a não realização dos sonhos. Segundo Marina Vasconcellos, o conflito rotineiro é sinal de que há outras causas e ressentimentos envolvidos. Pode, por exemplo, existir uma necessidade de mudar o outro e que está interferindo na dificuldade de seguir os próprios sonhos. "Quando há algo maior por trás de conflitos pequenos, é preciso identificar o que causa o conflito e buscar entender se a causa é permanente ou se há a possibilidade de modificar o quadro", explica a psicóloga.
O antes e o depois do sim

Relacionar-se com alguém já é difícil por si só: são duas pessoas com desejos diferentes, vidas diferentes e vivências diferentes. É preciso, portanto, que pelo menos existam objetivos em comum. Se não há objetivos, que sejam, então, os gostos em comum. "Algo precisa ligar uma pessoa à outra. As afinidades precisam existir", diz Marina. De acordo com ela, a partir daí é vital a consciência de ambas as partes de que não são iguais. Sendo diferentes, os conflitos existem, mas se nada os liga, os conflitos se tornam rotina. "Os opostos não se atraem. Seria uma união de muito conflito", completa. De acordo com ela, quando há uma atração pelo completamente diferente é por conta de uma projeção no outro daquilo que a pessoa gostaria de ser ou fazer. "Quando esses desejos passam, surge a decepção", explica.

Mas é mais que possível conhecer o parceiro antes do ?sim? no altar e evitar a decepção de não encontrar o que se espera. Decidir, por exemplo, entre morar no campo ou na cidade é algo que pode ser discutido previamente, e alguém terá que ceder. Mas, e quando um deles não quer ter filhos? "Muita gente acha que o casamento muda as pessoas, mas a essência não muda", completa Marina. "Quando alguém se vê diante de um parceiro muito diferente do que parecia no primeiro momento, surge a frustração e, com ela, conflitos como o problema de não conseguir realizar os próprios sonhos."